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Medicina do Trabalho 3Saúde ocupacional em Goiânia

LTCAT e laudos de insalubridade e periculosidade em Goiânia, alinhados ao eSocial

Adicional na folha, aposentadoria especial, PPP do ex-funcionário, alíquota extra ao INSS: tudo isso depende de laudos técnicos bem fundamentados. Elaboramos os documentos que dão sustentação a essas decisões e que precisam bater com o que a empresa informa ao governo.

Três documentos, três finalidades

É comum a empresa achar que "o laudo" resolve tudo. Na prática, cada documento responde a uma pergunta diferente e é usado por um público diferente.

DocumentoPergunta que respondeBase legal principal
Laudo de insalubridadeO trabalhador tem direito ao adicional de insalubridade? Em que grau?CLT e NR-15
Laudo de periculosidadeA atividade dá direito ao adicional de periculosidade?CLT e NR-16
LTCATHá exposição a agentes nocivos que caracteriza atividade especial para a Previdência?Lei 8.213/1991 e normas do INSS
PPPQual o histórico de exposição deste trabalhador na empresa?Normas previdenciárias vigentes

Um mesmo agente, como o ruído, pode gerar insalubridade e não gerar aposentadoria especial, ou o contrário, porque os critérios trabalhistas e previdenciários não são idênticos. Por isso os documentos são feitos separadamente, ainda que a partir das mesmas medições.

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Onde entra o eSocial

As conclusões do LTCAT e das avaliações ambientais alimentam o evento S-2240, que informa ao governo as condições ambientais de cada trabalhador. Se o laudo diz uma coisa e o S-2240 diz outra, a empresa fica exposta a questionamentos previdenciários e trabalhistas. O PPP também passou a ser formado a partir das informações enviadas ao eSocial, conforme as regras previdenciárias vigentes. Veja mais em eSocial SST.

Como o trabalho é feito

  1. Análise dos documentos existentes (PGR, laudos anteriores, fichas de EPI, fichas de produtos químicos).
  2. Visita técnica aos setores e entrevistas com quem executa as tarefas.
  3. Avaliações quantitativas quando o agente exige medição, como ruído e calor.
  4. Redação do laudo com metodologia, resultados, enquadramento legal e conclusão por função.
  5. Orientação ao RH e ao contador sobre os reflexos na folha e no eSocial.

Atenção: laudos precisam acompanhar a realidade. Mudanças de processo, de máquinas, de produtos ou de layout podem alterar as conclusões e exigir revisão.

Erros que geram passivo

  • Pagar adicional "por costume", sem laudo que o fundamente, ou deixar de pagar sem laudo que o afaste.
  • Considerar que o fornecimento de EPI elimina automaticamente qualquer adicional, sem avaliação técnica.
  • Emitir PPP com informações que não conferem com o S-2240.
  • Usar o laudo de outra unidade da mesma empresa como se valesse para todas.

Perguntas frequentes

Toda empresa precisa de LTCAT?

O LTCAT é necessário quando há exposição a agentes nocivos que precisam ser avaliados para fins previdenciários. Mesmo empresas sem exposição precisam ter base técnica para informar corretamente o eSocial. Avaliamos cada caso.

O trabalhador pode receber insalubridade e periculosidade ao mesmo tempo?

A regra geral é a opção por um dos adicionais. Há discussões jurídicas sobre o tema, e a orientação do advogado da empresa deve ser considerada.

Ex-funcionário pediu PPP. O que fazer?

A empresa deve fornecer o documento com base nos registros e laudos do período trabalhado. Se faltarem laudos de anos anteriores, explicamos as alternativas técnicas possíveis.

Seus laudos ainda contam a mesma história que o eSocial?

Mande os documentos atuais e a lista de setores. Fazemos uma análise inicial de coerência.

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