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Separar na origem e devolver ao ciclo: coleta seletiva e logística reversa na empresa

Recicláveis misturados ao lixo comum viram custo; separados, podem virar receita ou, ao menos, deixar de ser problema. Implantamos a coleta seletiva interna e ajudamos a organizar as obrigações de logística reversa de empresas de Goiânia e região metropolitana.

Duas frentes complementares

Coleta seletiva é a separação dos resíduos no local onde são gerados, por tipo de material, para que possam ser reciclados. Logística reversa é o conjunto de ações para que determinados produtos e embalagens, após o uso, retornem ao setor empresarial para reaproveitamento ou destinação adequada. A Política Nacional de Resíduos Sólidos trata das duas, e a logística reversa é obrigatória para cadeias específicas definidas em lei e em regulamentos e acordos setoriais.

Implantação da coleta seletiva

  1. Diagnóstico

    Quais resíduos são gerados, em que setores e em que volume.

  2. Desenho do sistema

    Quantidade e posição dos coletores, padrão de cores e sinalização, rota interna e área de armazenamento.

  3. Parceiros de destinação

    Identificação de cooperativas, recicladores ou empresas licenciadas para receber o material.

  4. Engajamento

    Orientação da equipe de limpeza e dos colaboradores, com materiais simples e objetivos.

  5. Acompanhamento

    Registros de quantidades destinadas e ajustes nos pontos com mais erros de separação.

Logística reversa: quem precisa se preocupar

Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos como embalagens em geral, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes e suas embalagens, lâmpadas, eletroeletrônicos, medicamentos e embalagens de agrotóxicos estão entre os setores com obrigações específicas. O formato varia: adesão a um sistema coletivo, comprovação de metas, pontos de recebimento ou programas próprios.

  • Identificamos se a empresa está sujeita à logística reversa e em qual cadeia.
  • Mapeamos as opções de cumprimento disponíveis para o setor.
  • Organizamos comprovantes e relatórios exigidos.

Erros comuns

  • Comprar coletores coloridos sem definir para onde o material vai depois.
  • Separar na mesa e misturar tudo de novo no contêiner da calçada.
  • Não registrar quantidades, perdendo a chance de mostrar resultados a clientes e auditorias.
  • Supor que logística reversa é só responsabilidade do fabricante, quando o comércio também tem papel.

A coleta seletiva deve estar descrita no PGRS da empresa, e seus resultados são indicadores úteis para uma estratégia de ESG.

Importante: as cadeias sujeitas à logística reversa e as metas aplicáveis são definidas pela legislação e por regulamentos setoriais vigentes, que podem mudar. Verificamos a situação da sua empresa na data do atendimento.

Perguntas frequentes

A venda de recicláveis paga a coleta seletiva?

Em alguns casos ajuda a reduzir custos, mas depende do volume, do tipo de material e do mercado local. O principal ganho costuma ser a conformidade e a redução do resíduo enviado a aterro.

Escritório pequeno precisa de coleta seletiva?

Nem sempre há obrigação, mas exigências municipais, de condomínios e de clientes são frequentes. A implantação em escritórios costuma ser simples.

Minha loja vende eletrônicos. Tenho obrigação de logística reversa?

O comércio de eletroeletrônicos está entre os setores com regras específicas. Verificamos qual é o papel da sua empresa e como cumpri-lo.

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