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PGRS feito sob medida: do inventário de resíduos à destinação comprovada

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos descreve tudo o que a empresa gera de resíduo e como cada um é separado, armazenado, transportado e destinado. Elaboramos o PGRS a partir de visita técnica, para que o documento reflita o que acontece de fato na unidade.

Quando o PGRS é cobrado

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) estabelece quais geradores devem ter plano de gerenciamento, como indústrias, estabelecimentos que geram resíduos perigosos, empresas de construção civil e estabelecimentos comerciais e de serviços com resíduos que, pela natureza ou volume, não se equiparam aos domiciliares. Na prática, o PGRS costuma ser pedido no licenciamento ambiental, na renovação de alvarás, por shoppings e condomínios empresariais e por clientes que auditam fornecedores.

O que um bom PGRS contém

  • Diagnóstico: identificação de todos os resíduos gerados, com origem, quantidade estimada e classificação.
  • Segregação e acondicionamento: como cada resíduo é separado no ponto de geração e em que recipientes.
  • Armazenamento temporário: características do local onde os resíduos aguardam a coleta.
  • Coleta, transporte e destinação: prestadores licenciados e destino de cada tipo de resíduo.
  • Metas e ações: medidas de redução, reaproveitamento e reciclagem.
  • Capacitação e responsabilidades: quem faz o quê e como a equipe é orientada.
  • Monitoramento: registros e indicadores que mostram que o plano está sendo seguido.

Como elaboramos

  1. Visita técnica

    Percorremos a unidade, do recebimento de insumos à expedição, identificando cada ponto de geração.

  2. Classificação

    Enquadramos os resíduos e, se houver dúvida sobre periculosidade, indicamos a classificação pela NBR 10004.

  3. Redação do plano

    Documento elaborado e assinado por profissional habilitado, com anexos e registros.

  4. Implantação

    Orientação da equipe, sinalização dos coletores e ajuste dos fluxos de manifestos de transporte.

Erros que comprometem o plano

  • Usar modelo pronto de outra empresa, com resíduos que nem existem na unidade.
  • Listar transportadores e destinadores sem conferir as licenças deles.
  • Elaborar o plano e nunca revisá-lo após mudanças de processo.
  • Ignorar resíduos "pequenos", como lâmpadas, pilhas, eletrônicos e embalagens de produtos químicos.

Depois do plano pronto

Um PGRS só cumpre seu papel se for seguido. Recomendamos guardar junto ao plano os comprovantes de coleta, os certificados de destinação e os registros de treinamento, porque são eles que mostram, numa fiscalização, que o documento não ficou só no papel. Empresas que preferem delegar esse controle podem incluí-lo no acompanhamento contínuo.

Se a sua empresa presta serviços de saúde, o documento adequado é o PGRSS, que segue regras próprias da área sanitária.

Importante: o conteúdo mínimo, a forma de apresentação e a periodicidade de revisão podem variar conforme o órgão ambiental competente e a atividade, sempre conforme a legislação vigente.

Perguntas frequentes

Empresa pequena precisa de PGRS?

Depende da atividade e dos resíduos gerados. Pequenos comércios com resíduos semelhantes aos domésticos podem estar dispensados, mas a exigência varia conforme o órgão e o tipo de resíduo.

O PGRS precisa ser atualizado?

Sim, sempre que houver mudança relevante no processo, nos resíduos ou nos prestadores, além das revisões que o órgão competente exigir.

Vocês fazem a coleta dos resíduos?

Não fazemos o transporte. Ajudamos a selecionar e conferir prestadores licenciados e organizamos a documentação de destinação.

Um PGRS que funciona no chão da empresa

Agende a visita técnica e receba um plano coerente com a sua operação.

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