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Medicina do Trabalho 3Saúde ocupacional em Goiânia

Brigada de incêndio na sua empresa: quem forma, o que aprende e como treinar o abandono

Quando o alarme toca, ninguém tem tempo de ler procedimento. A equipe precisa saber quem age, quem orienta a saída e onde é o ponto de encontro. Formamos e treinamos brigadas para empresas de Goiânia e região, alinhando a capacitação às exigências da NR-23 e das normas do Corpo de Bombeiros.

Três perguntas para testar sua empresa

  • Se houver um princípio de incêndio na copa agora, quem pega o extintor e qual extintor serve?
  • Quem confere se todos saíram do prédio, incluindo visitantes e pessoas com mobilidade reduzida?
  • A última vez que a equipe treinou a saída foi quando?

Se as respostas demoraram a aparecer, a brigada precisa ser formada ou reciclada.

NR-23 e as normas dos bombeiros

A NR-23 obriga o empregador a adotar medidas de prevenção de incêndios conforme a legislação estadual e as normas técnicas aplicáveis, e a informar os trabalhadores sobre o uso dos equipamentos e os procedimentos de abandono. Em Goiás, o número de brigadistas, a carga horária e o tipo de formação seguem as normas técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, que levam em conta a ocupação, a área e a população do local.

O que a formação aborda

BlocoConteúdo
PrevençãoCausas comuns de incêndio, armazenamento, instalações elétricas, inspeção de equipamentos
CombateClasses de fogo, agentes extintores, uso de extintores e hidrantes
AbandonoAlarme, rotas de fuga, papéis na evacuação, ponto de encontro, contagem de pessoas
Primeiros atendimentosNoções de atendimento inicial até a chegada do socorro
PráticaExercício com extintores, conforme as condições do local, e simulado de abandono

Simulado conta muito: uma brigada que nunca fez exercício de abandono costuma travar na hora real. Recomendamos simulados periódicos, com relatório do que funcionou e do que precisa ajustar.

Quem deve compor a brigada

O ideal é ter brigadistas em todos os turnos e setores, escolhidos entre pessoas que permanecem no local (não só quem viaja ou trabalha externamente). Em prédios comerciais com várias empresas, como no Jardim Goiás ou no Setor Oeste, vale combinar a atuação com a administração do condomínio e com a brigada das outras empresas.

Erros que comprometem a brigada

  • Formar a brigada só no papel, para apresentar ao Corpo de Bombeiros.
  • Brigadistas concentrados no turno da manhã, sem cobertura à noite.
  • Extintores obstruídos por estoque ou mobília.
  • Rotas de fuga trancadas "por segurança patrimonial".
  • Deixar a reciclagem atrasar quando há troca de pessoal.

Como contratar

Envie pelo WhatsApp a atividade da empresa, a área aproximada, o número de pessoas por turno e se já existe projeto aprovado no Corpo de Bombeiros. Com isso dimensionamos a formação, sugerimos a quantidade de participantes e combinamos o local da prática.

Os formatos possíveis (turma na própria empresa, turmas agendadas ou parte teórica a distância, quando a norma permite) são definidos na proposta, de acordo com o número de participantes e a necessidade de prática.

Empresas que armazenam inflamáveis devem conferir também o treinamento NR-20.

Perguntas frequentes

Quantos brigadistas minha empresa precisa?

O número é definido pelas normas do Corpo de Bombeiros, conforme ocupação, área e população. Fazemos o cálculo com os dados do local.

Brigadista precisa de exame médico específico?

O médico do trabalho avalia, no PCMSO, se a atividade de brigadista exige alguma avaliação adicional.

A prática com fogo pode ser feita na empresa?

Depende das condições de segurança do local. Quando não for possível, a prática é adaptada.

Sua equipe sabe o que fazer quando o alarme tocar?

Fale conosco e programe a formação da brigada e um simulado de abandono.

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