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Medicina do Trabalho 3Saúde ocupacional em Goiânia

Sua empresa pode estar pagando mais RAT do que deveria por falha de SST

Acidentes, afastamentos e benefícios previdenciários lançados na conta da empresa influenciam o Fator Acidentário de Prevenção, que multiplica a alíquota do RAT sobre a folha. A Medicina do Trabalho 3 cruza os dados de saúde e segurança com essas informações para empresas de Goiânia, junto com o contador.

Como a conta funciona, em poucas linhas

O RAT (Risco Ambiental do Trabalho, também chamado GILRAT) é uma contribuição sobre a folha de pagamento, com alíquota de 1%, 2% ou 3% conforme o grau de risco da atividade econômica preponderante. Sobre essa alíquota incide o FAP, um multiplicador calculado a partir do histórico de acidentes e benefícios por incapacidade da empresa em comparação com outras do mesmo setor, que pode variar de 0,5 a 2,0.

ElementoDe onde vemO que a SST influencia
Alíquota RATAtividade preponderante (CNAE)Pouco: é definida pela atividade
FAPFrequência, gravidade e custo de acidentes e benefíciosMuito: depende dos registros de acidentes e afastamentos

Ou seja, um acidente mal registrado, um benefício previdenciário enquadrado como acidentário sem relação com o trabalho ou uma CAT emitida com erro podem pesar no bolso da empresa por anos.

O que analisamos

  • os eventos que compõem o FAP divulgado para a empresa, confrontados com os registros internos;
  • CATs emitidas e enviadas no S-2210, conferindo dados e classificação;
  • benefícios por incapacidade classificados como acidentários, inclusive os decorrentes de nexo técnico epidemiológico, e a documentação que permite discutir o enquadramento;
  • coerência entre PGR, PCMSO, laudos e eventos do eSocial, que sustentam qualquer contestação;
  • o enquadramento da atividade preponderante, em conjunto com a contabilidade.

O que a empresa recebe

Um relatório com os pontos encontrados, a documentação técnica de SST que pode embasar contestações administrativas ou outras medidas, e um plano para reduzir os eventos que pesam no FAP nos próximos anos. As medidas tributárias e jurídicas são conduzidas pelo contador ou advogado da empresa; o nosso papel é a base técnica de saúde e segurança.

Sem promessa de economia: cada caso depende dos dados da empresa e dos prazos e regras vigentes para contestação. O que a análise garante é saber o que está sendo cobrado e por quê.

Documentos que ajudam na análise

  • extrato do FAP disponibilizado para a empresa;
  • relação de CATs emitidas e afastamentos dos últimos anos;
  • PGR, PCMSO e laudos vigentes e anteriores;
  • dados de folha e enquadramento informados pela contabilidade.

Prevenção também é tributária

A forma mais duradoura de reduzir o FAP é ter menos acidentes e afastamentos. Investimentos em inspeções de segurança, ergonomia e gestão de afastados têm efeito direto sobre esse indicador nos ciclos seguintes. Acompanhar os números em um painel de indicadores ajuda a mostrar esse retorno para a diretoria.

Perguntas frequentes

Toda empresa tem FAP?

O FAP se aplica às empresas que recolhem o RAT. Há situações específicas de tributação em que a regra é diferente; o contador da empresa confirma o enquadramento.

É possível contestar o FAP?

A legislação prevê contestação administrativa em prazos definidos a cada divulgação. A viabilidade depende dos dados e da documentação disponível.

Vocês fazem a parte jurídica?

Não. Fornecemos a análise e a documentação técnica de SST. A contestação e eventuais medidas judiciais ficam com o contador ou advogado da empresa.

Já olhou o FAP da sua empresa este ano?

Envie os dados básicos e veja o que os registros de SST estão custando na folha.

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